quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O que é compaixão

No ano passado, produzi este vídeo-cartão de Natal e Feliz Ano Novo. Continua atual, e renovo meus votos para estas festas e 2014.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Orientação vocacional: como escolher o que fazer da vida?

De vez em quando na vida, retornamos a uma pergunta básica: qual a nossa vocação, nossa missão, nosso caminho profissional?


É uma pergunta bem adolescente, de alguém que vai para a faculdade, mas ela retorna de tempos em tempos para assombrar boa parte dos profissionais. Será que aquilo que estou fazendo é aquilo que me realiza? O que quero da minha vida? Responder com base na experiência, na realidade, é importante. Uma forma de fazer isso é listar as coisas que fizemos, incluindo atividades remuneradas e não remuneradas, e depois classificá-las no seguinte gráfico:



Aquilo que tiver alta remuneração e alta satisfação é uma realização, que pode ensiná-lo muito sobre aquilo que você deve fazer profissionalmente.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Saiba como surgiram as cotas de reserva ambiental - CRAs

Não vou afirmar categoricamente que fui eu quem inventou as CRAs. Pode ser que tenha havido outras pessoas antes de mim. Mas o fato é que, em 1998, antes de as CRAs existirem na legislação, eu tive esta ideia, de forma independente, e a desenvolvi, com foco no sul da Bahia. Veja o artigo neste link

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Minha militância contra a violência física e verbal contra as crianças

Clique para ver o Blog
Era só para ser um blog de dicas para viver em paz com os filhos, mas acho agora que é muito mais. No começo, achava que estava apenas dando vazão à minha mania de dar conselhos a outros pais sobre o que fazer para seus filhos não fazerem birra, por exemplo, na hora de ir embora do parquinho. Eu ficava lá "blábláblá" e não sei se adiantava muito. Enquanto isso, eu chamava minha filha e ela vinha sem fazer birra. Como eu conseguia essa mágica? Percebi que eu tinha desenvolvido uma série de "técnicas" baseadas em princípios de participação e em um compromisso de nunca usar a violência para educar. 

Então comecei a escrever um blog (http://oqueaprendicomsofia.blogspot.com.br/). Fiz o blog para compartilhar minha experiência criando e educando minha filha de forma participativa e democrática, sem briga (ou quase), e com ótimos resultados.

domingo, 17 de novembro de 2013

Há uma farra de demarcações de unidades de conservação e terras indígenas?

Enquanto houver uma fronteira agrícola aberta no Brasil, faremos uso perdulário e ineficiente de nossas terras. A sustentabilidade só acontece com a fronteira agrícola fechada, com terras limitadas. Unidades de conservação (UCs) e terras indígenas (TIs) reservam terras para o futuro e ajudam a agricultura brasileira a acelerar seu desenvolvimento, pois a busca pela intensificação e maior produtividade se antecipa.

Além de reservarem terras para o futuro, essas áreas protegidas reservam também biodiversidade e serviços ecossistêmicos. 

Não há farra das demarcações. Há, sim, e sempre houve, a farra da especulação fundiária, dos escravocratas depredadores, dos mineradores de fertilidade, que financiados com o dinheiro público, inesgotáveis perdões de dívidas do crédito agrícola, terras semi-gratuitas e griladas, e investimentos em pesquisa agropecuária pagos pelo Estado, agora posam de eficientes e modernos. 

Mas a verdade é que sem conservação não há modernidade nem eficiência. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Onibus de graça, confortável, inclusivo e ambientalmente sustentável em Brasília

Tempos atrás publiquei sobre o Internetbus no site da Nave Terra, agora vi que uma cidade na Estônia foi a primeira na Europa a implementar a ideia do transporte público gratuito, neste ano, e que 32 cidades americanas já têm tarifa zero
Abaixo, meu post baseado numa ideia de implementação privada de um modelo gratuito de transporte em Brasília (estou precisando de um investidor...), mas, como o Movimento Passe Livre propõe, o transporte deveria ser público, gratuito e de qualidade para todos, não apenas num trecho, como proponho abaixo. Seria motivo de orgulho para qualquer governo, mas nossos governantes parecem não entender...    
Veja meu post a seguir:

Imagine um ônibus em que você anda de graça, com ar condicionado, preparado para receber cadeirantes, com motoristas educados, que passa em horários previsíveis (você não tem que esperar a toa). Imagine ainda que é movido a hidrogênio ou gás natural, e com bagageiros para transportar bicicletas (como na foto abaixo), sendo também ambientalmente sustentável.



Imagine esse ônibus circulando em intervalos regulares no "plano piloto" de Brasília, seguindo pelos "eixinhos", e pela W3 e L2. O mesmo modelo poderia ser levado ao Sudoeste e ao futuro Noroeste. E quem sabe até ao Lago Norte e Lago Sul. Brasília possibilita que ninguém viva a mais que 500 m de uma parada de ônibus. Um ônibus circulando no eixinho, com paradas regulares e obrigatórias a cada entrequadra, e paradas mais longas em pontos estratégicos, demoraria 30 minutos da ponta da Asa Norte à ponta da Asa Sul, ou 1 hora para fazer o circulo completo. Quatro ônibus passariam a cada 15 minutos. Em horários de pico, 6 ônibus fariam a espera diminuir para 10 minutos. Quase um metrô.

"Espere aí!", você diz, "tudo isso de graça? grátis?" É, de graça. "Por que de graça? O morador do plano piloto não é justamente aquele que pode pagar?" Sim, mas por que ele pagaria se tem um carro, mais confortável, prático e barato para se deslocar? O objetivo é tirar das ruas de Brasília cerca de 300 mil carros de pessoas que vivem no plano piloto e que não precisariam de carro, nem desejariam usá-lo, se houvesse uma alternativa que fosse confortável, inclusivo, ambientalmente sustentável, e de graça! Isso seria muito mais barato que construir estacionamentos no centro de Brasília, e a única forma de lidar com uma cidade tombada, que não pode ser expandida no centro por meio de viadutos ou novas faixas nas avenidas já largas.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Morte à enrolação! (ótima apresentação em inglês)

Esta é uma ótima apresentação sobre procastinação (ou protelação, ou enrolação), feita por um cara chamado Brady (não é minha, não!). Está em inglês mas vale a pena até se você não entender muito o idioma: além de ter um conteúdo útil, é visualmente muito legal (uma lição num mundo de powerpoints chatos e feios).


quinta-feira, 16 de maio de 2013

O que as pessoas felizes fazem diferente?


O site Agora Sim! apresenta uma receita simples de felicidade com 22 coisas que as pessoas felizes fazem diferente das outras. Segundo o texto, é "muito simples": bons hábitos que melhoram suas vidas. Todos são bons, mas eu selecionei os 10 mais importantes para mim e escrevo com minhas palavras: 
  1. Viver o presente e com o que é realmente importante. 
  2. Cultivar o amor ao próximo e falar bem dos outros.
  3. Perdoar e não cultivar ressentimentos.
  4. Assumir responsabilidade (não culpar os outros pelos seus problemas).
  5. Cultivar a gratidão pelo que já têm.
  6. Sonhar sonhos significativos e encarar os problemas como desafios. 
  7. Não se preocupar com coisas que não são importantes.
  8. Não se comparar ou buscar a aprovação dos outros.
  9. Cultivar relacionamentos alto astral.
  10. Meditar e fazer exercícios.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pagamento por serviços ambientais: uma visão de negócios


Apresentei hoje num evento interno do Instituto Socioambiental (ISA) minhas ideias sobre pagamento por serviços ambientais, que são baseadas em uma visão de negócios. A apresentação abaixo foi usada como base para suas conversas com os participantes do evento. 


sexta-feira, 22 de março de 2013

TV e Facebook: Os rouba-vidas

Tem coisas que parecem boas mas, em excesso, não são. Por exemplo, Facebook e TV. São coisas que dão a impressão que substituem a interação com gente de carne e osso, mas não dão conta disso. São como aqueles sucos artificiais em pó, que de fruta não têm nada, e nem gostosos são, mas se a pessoa acostuma e não tem outra coisa, acaba bebendo. Não satisfaz e, talvez por isso, você quer mais. Gente não. Eu, pelo menos, sinto falta de estar com os amigos e colegas, interagir e estar presente no mundo, mas tem uma hora que chega, quero um tempo, quero ir para um canto quieto. Com a internet, o Facebook e a TV não. Se não tiver essa interação com as pessoas no mundo real, a pessoa não para de querer mais net, mais Face, mais TV. Então, descobri que são rouba-tempos, e roubando o tempo, rouba-vidas.

Em vez de entrar no Face para ver os posts de seus amigos, ligue para alguém e chame-o para sair. Se entrar, em vez de só postar ou ver posts, tecle com alguém. Limite a TV. Não deixe-a só ligada para fazer companhia: Você está sozinho e TV não é companhia. Enquanto TV e Face lhe dão a impressão de ter companhia, estão roubando sua vida, impedindo-o de perceber que deveria procurar seus amigos. Além disso, em vez de satisfazer suas necessidades legítimas de afeto, TV e Face ficam tentando vender coisas a você.

A TV, especialmente, vive de fazer você sentir que não tem o que deveria ter: um carro, um celular, um corpo bonito. Em vez de dar, ela rouba, pois faz você sentir que tem menos. Ainda, a TV assusta você com notícias irrelevantes de casos escabrosos de violência, que na verdade não são notícias, não somente histórias. Notícia sobre violência seria a divulgação de um novo índice que marcou o aumento ou a diminuição da violência, ou onde os casos mais acontecem. Um caso só não é notícia: é sensacionalismo (a não ser que seja o assassinato do Papa ou de um presidente ou prefeito: algo que afeta as pessoas). Deveríamos ser muito mais seletivos ao assistir TV.

Por isso, TV e Facebook são rouba-vidas. Limite-os.

Claro que não são só TV e Facebook que são rouba-vidas. Até livros e revistas podem ser. Ultimamente, revistas têm tantas propaganda de carros que você acaba sentindo que não tem o que deveria ter. A mesma coisa com revistas de moda e revistas masculinas.

Revistas e livros também podem ser rouba-vidas no mesmo sentido em que a TV e o Facebook são um tipo de Ki-Suco, de Tang: revistas sobre novelas e livros românticos com pouca consistência literária, ou mesmo com certos filmes e até a pornografia fingem atender a necessidade de romance e sexo, mas são suco em pó, sem substância. Quer romance? Vá a luta! Quer sexo? Vá a luta!

Isso não quer dizer que não há espaço para a fantasia, o desejo, o sonho. Mas o sonho não deve substituir a necessidade real de contato, de amor, de sexo, de vida. O sonho deve dar brilho à vida, expandi-la, e não substitui-la.

Facebook e TV podem ser bons? Sim, da mesma forma que os livros e filmes (e sonhos), quando em vez de roubar a vida, a expandem.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Faça da vida o que você gosta, mas goste da sua vida

Neste vídeo se reflete sobre o ideal ocidental de realização por meio da escolha de um caminho profissional que seja o que mais se gosta. Começa perguntando "o que você faria se dinheiro não fosse importante?" e termina assim "o que eu desejo?"

Eu sempre defendi isso, mas não sei se é a idade, um conformismo que vai se ganhando, ou se é um amadurecimento, mas já não defendo isso de uma forma tão absoluta. Temos 7 bilhões de pessoas na Terra e um mundo que não comporta que todos sigam seus sonhos. Temos que admirar quem consegue, mas temos que investigar se isso os torna fundamentalmente mais felizes do que quem vive uma vida normal. Apesar de o vídeo dizer que a sociedade ocidental enfatiza o dinheiro, talvez o problema seja que a sociedade enfatiza o dinheiro e a realização, os dois, ao mesmo tempo, o que nem sempre é compatível. Especialmente se a realização só puder ser alcançada pela realização de um sonho, e não pelo alcance de um contentamento com o que se tem.




segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Site recomenda estratégias para organizar a vida financeira

Opa! Organizar a vida financeira! Taí uma boa resolução de ano novo! Tem muitos conselhos por aí, mas a coluna do Eduardo Amuri no site Papo de Homem trouxe alguns conselhos originais:

1) Transformar um gasto supérfluo em poupança: meio óbvio... olhe o que você pode cortar, corte, use o dinheiro para poupar.

2) Transforme gasto variável em fixo: este é legal! Já reparou como os gastos fixos parecem caber no orçamento mas mesmo assim a grana não dá? O Eduardo recomenda reconhecer esses gastos e classificá-los para verificar sua recorrência, e aí sim eles começam a entrar na conta do mês.

3) Tire proveito da impulsividade: não, cara, não é para gastar. É para poupar! Sobrou dinheiro? Seja impulsivo e poupe! Separe a grana. Se faltar mais tarde, depois você vê, saca da poupança, etc. Legal este, mas tem que tomar cuidado para não transformar a poupança em conta corrente.

4) Abra o jogo com um amigo: daqueles que vão ajudar você a manter o controle.

Legal! Vale a pena ler a coluna original, mais detalhada.

Como vencer o bloqueio de escrever? (Para consultores e estudantes de pós-graduação)

Um dos maiores dramas de quem trabalha com criação intelectual, especialmente estudantes de pós-graduação e consultores, é o bloqueio na hora de escrever. Quando fiz doutorado nos Estados Unidos, vi que o fenômeno é tão comum que há até mesmo um termo específico para isto: writer´s block. Quando se está bloqueado, o cara arranja toda desculpa para protelar a tarefa de escrever. Busca a Internet, verifica o E-mail, o Facebook. Prepara um lanche. Liga a TV. Resolve fazer aquela faxina na casa, ou arrumar os brinquedos das crianças. 
O escritor bloqueado sofre. Até hoje, apesar de minha longa experiência escrevendo e criando, não entendo se o writer´s block é uma etapa necessária da criação ou se pode ser realmente resolvido por uma série de estratégias. Mas percebo que as seguintes causas favorecem o bloqueio: 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Um vídeo fundamental para quem quer realizar seus sonhos: imperdível!

O vídeo é um pouco longo, e está em inglês, e é uma palestra, mas se você tem um sonho, uma ideia, ou muitas, e está adiando sem realizá-las, você precisa ver este vídeo! Eu precisava! E vou assisti-lo uma vez por mês. Um vídeo fundamental sobre como realizar seus sonhos! A palestrante é Rilla Alexander, ilustradora, e uma brilhante apresentadora!

 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Qual a sua missão?

Os recursos da Terra estão se esgotando, o planeta se aquece, o desmatamento avança, as espécies vão se estinguindo. Tenho 45 anos, e provavelmente acabo de passar da metade da minha vida. O que já fiz? O que ainda vou fazer? Como justificar o investimento do planeta na minha existência, tanto nos 44 anos que já vivi, quanto nos 44 que virão? O que justifica minha existência é minha missão. Por causa de minha missão, mereço estar vivo.

Qual a sua missão? Qual a sua contribuição para este planeta, para as pessoas que ama? Passar pela vida sem saber qual a sua missão aumenta as chances de que não venha a cumpri-la.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Minhas redes sociais